terça-feira, 9 de outubro de 2012

Prêmio Nobel de Física 2012


Mais um passo para o conhecimento. Além do tão aclamado “computador Quantico”, estes novos descobrimentos sobre a física quântica, abrem caminho ao reconhecimento das terapias quânticas.

Os premiados foram o físico francês Serge Haroche e o americano David Wineland, e o trabalho deles referem-se aos experimentos que permitiram medir e manipular partículas quânticas sem destruí-las.

O estudo de Wineland se baseou na natureza dos íons, átomos eletricamente carregados; já a pesquisa de Haroche se focou no comportamento dos fótons, as partículas de luz.

Segundo Wineland "Esta é uma pesquisa que parece a muitas pessoas esotérica e altamente técnica", lembrando, porém, que os transistores, o laser ou a ressonância magnética nuclear, a base da RM (ressonância magnética), são "tecnologias que foram desenvolvidas graças ao conhecimento do mundo quântico."

Quem já passou em consulta comigo e ouviu toda a explicação sobre as terapias quânticas, certamente já está familiarizado com o termo ressonância magnética e física quântica.

“Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade" (Neil Armstrong)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Contaminantes ambientais pioram memória e tolerância ao estresse


Contaminantes ambientais
Ao analisar uma amostra de 130 idosos saudáveis pesquisadores brasileiros verificaram que aqueles com níveis mais altos de contaminantes ambientais no sangue se saíam pior em testes de estresse e de desempenho cognitivo.
Foram medidos os teores de chumbo, cobre, zinco, cádmio e substâncias organocloradas usadas no passado como pesticidas, entre elas o policloreto de bifenila.
Em seguida, os voluntários foram divididos em dois grupos: um com níveis de contaminantes acima da mediana e outro com níveis abaixo desse valor.
"Todos apresentaram dosagens inferiores ao limite considerado seguro para a saúde humana. Ainda assim, o grupo com teores acima da mediana se saiu pior nos testes," contou Deborah Suchecki, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Cortisol
Para avaliar o estresse dos voluntários, os pesquisadores mediram o cortisol - considerado o hormônio do estresse - em situação basal, ou seja, ao longo do dia, e após um evento estressor.
Um teste padronizado que inclui tarefas como falar em público e fazer cálculos matemáticos mentalmente foi usado para induzir a situação de estresse agudo.
Em seguida, foram aplicados testes para avaliar a memória de curto e de longo prazo, a atenção e a fluência verbal dos voluntários.
As diferenças mais significativas foram percebidas nos idosos com níveis mais altos de chumbo, cobre e organoclorados.
Contaminação por metais
O grupo com teores de chumbo acima da mediana, que foi de 2 microgramas por decilitro (µg/dl), apresentou secreção de cortisol basal 1,3 vez maior que os demais. O desempenho nos testes de fluência verbal, por outro lado, foi 1,3 vez menor.
"Nesse caso, o limite considerado seguro para a saúde humana, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, é de 10 µg/dl. O valor está sendo revisto e já caiu para 5 µg/dl em crianças. Mas estudos têm mostrado que mesmo doses menores podem causar prejuízo", disse Juliana Talarico, da USP.
Voluntários com níveis de cobre acima de 116 µg/dl apresentaram secreção de cortisol ao estresse agudo 1,9 vez menor que a do outro grupo e desempenho 1,3 vez menor nos testes de memória.
No caso das substâncias organocloradas, quanto maior foi a concentração no sangue, menor foi a secreção de cortisol basal e pior o desempenho da memória.
"Nossos resultados apontam uma associação estatisticamente significativa, mas não foi uma associação forte. Isso sugere que há outras variáveis influenciando", avaliou Juliana.
Dica:
Sempre começo um tratamento com uma desintoxicação, inclusive de metais pesados. Apesar de muitos clientes reclamarem de ter que ficar alguns dias sem comer alguns alimentos, o resultado é    maravilhoso.
Leia mais no post sobre desintoxicação

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


"Deixe sua comida ser seu remédio e seu remédio ser sua comida" 

                              Hipócrates (460 a 370 A.C.)A.C.)


 Terapia Ortomolecular
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Aprenda a lidar com os sintomas da Menopausa



A chegada da menopausa é –normalmente- um tormento na vida da mulher. A adaptação para esta nova fase nem sempre é fácil e muitas mulheres sofrem física e emocionalmente neste novo momento de suas vidas.

Nessa fase, os ovários deixam de produzir os hormônios estrogênios e progesterona, de forma gradativa até perderem de vez a capacidade de funcionar. A mulher então deixa de ter a capacidade reprodutiva. Alguns sinais e sintomas característicos são as ondas de calor, depressão, ressecamento vaginal, alterações do sono, da libido e do humor, bem como atrofia dos órgãos genitais, diminuição da atenção e da memória e o aumento da propensão a doenças como ataque cardíaco, derrame, diabetes, etc...

Uma dieta equilibrada pode ajudar nesta fase, assim como as terapias naturais.

Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Florida State University, nos EUA, comprovou as evidências anteriores de que comer maçã poderia ser bom para o coração.

O grupo analisado nesta nova pesquisa foram mulheres pós menopausa cujo índice de sofrer ataque cardíaco e derrame aumenta drasticamente. Eles deram o equivalente a duas maças a cada voluntária pelo período de um ano. Os resultados, publicado no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics mostrou que, após três meses os níveis de colesterol total caíram 9% e de LDL, o mau colesterol, em 16%. Após seis meses, os níveis eram ainda com menores, com colesterol total 13% menor e os níveis de LDL diminuindo 24%.

Nos homens, uma maça por dia pode ajudar nas funções do pulmão, segundo um estudo divulgado pela escola de medicina St. George's Hospital Medical School de Londres.

Um tratamento ortomolecular também pode ajudar nesta fase, modulando os hormônios para que esta perda seja gradual e os sintomas sejam diminuídos, além de aumentar a receptividade celular do sistema imunológico e ajudar na libido.

O assim chamado óleo essencial da mulher, o Gerânio, também pode ser um bom parceiro nesta fase. Ele vai ajudar nos calorões, é antidepressivo e ajuda a relaxar e a tomar controle de sua vida (ação). Se seu caso é a falta de libido, use uma gota em seu aromatizador pessoal do óleo essencial de Ylang Ylang, ele vai te ajudar a notar e ser notada, a despertar o mulherão que vive dentro de você.

Se você quer uma ajuda mais sutil, que venha de dentro para fora e é fã dos Florais de Bach, não deixe de tomar o Floral Walnut, que irá de ajudar nesta nova fase.
E claro, não deixe de procurar um terapeuta.

“A prevenção é o nome da cura” (desconhecido)

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Controlar o estresse é fundamental para quem tem doenças como psoríase e diabetes tipo 1


O problema do estresse é que ele compromete o equilíbrio do organismo como um todo, dificultando que os mecanismos fisiológicos que controlam o sistema imune trabalhem

Quando o assunto é doença autoimune, aquela que é provocada pelo ataque do sistema imunológico contra proteínas, DNA, vasos, pele e outros componentes do próprio organismo, há tantas interrogações sobre por que isso acontece que qualquer certeza é agarrada com unhas e dentes por médicos e pacientes. Uma delas é de que o estresse, em quem tem a predisposição genética, pode desencadear ou agravar os sintomas de várias doenças autoimunes, como psoríase, diabetes tipo 1 e artrite reumatoide.

“O problema do estresse é que ele compromete o equilíbrio do organismo como um todo, dificultando que os mecanismos fisiológicos que controlam o sistema imune trabalhem, e isso dá brecha a que a doença se manifeste”, explica o clínico geral e doutor em imunologia Eduardo Finger, diretor de pesquisa do SalomãoZoppi Diagnósticos, em São Paulo.

A jornalista Vanessa Pirolo, 31 anos, de São Paulo, sabe bem do que o médico está falando. “Tenho diabetes tipo 1 desde os 18 anos de idade e sempre que fico estressada minha glicemia aumenta, o que exige que eu injete uma dose maior de insulina para diminuir a taxa de açúcar no sangue. Para evitar que isso se repita com frequência, pratico atividade física, que ajuda bastante a controlar o estresse”, conta ela, que caminha na esteira e faz musculação duas vezes por semana, além de pilates uma vez por semana.

Prova de que os fatores ambientais, caso do estresse, exercem influência sobre as doenças de autoagressão, outro nome para as autoimunes, é que uma pessoa que tem a predisposição genética para lúpus, por exemplo, pode passar a vida toda sem apresentar os sinais típicos, que são mancha avermelhada no rosto em formato de asa de borboleta, queda de cabelo, úlcera na boca, intolerância ao sol e dores nas articulações, principalmente nos cotovelos, ombros, punhos e mãos.
Reações diferentes

Já a imunologista Beatriz Tavares Costa Carvalho, professora de imunologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e membro da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia), de São Paulo, lembra que nada é 100% em se tratando de doença autoimune.

“O sistema imunológico reage de formas diferentes. Por isso, essa mesma pessoa com lúpus não necessariamente vai apresentar os sintomas após vivenciar um assalto, que gera um estresse intenso. Pode acontecer dos sinais aparecerem um dia depois do episódio, daqui um mês ou, simplesmente, serem deflagrados por outros gatilhos, como infecções, vírus, medicamentos ou radiação ultravioleta”, esclarece a médica.

Como muito raramente essas doenças têm cura - somente controle, e o diagnóstico definitivo pode demorar três ou mais anos, os especialistas recomendam adotar medidas no dia a dia que compensem o estresse. Vale malhar regularmente, ter um hobby, seguir uma dieta equilibrada, fazer terapia ou mesmo usar medicamentos prescritos pelo médico. “Também é muito importante aprender a controlar a ansiedade, respeitar seus limites e lidar com os momentos difíceis, pois estarão sempre presentes”, completa Eduardo Finger.

Minha sugestão? Terapia Ortomelecular! Equilibre o  organismo e controle as doenças auto imunes. Agende já sua consulta

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Vitamina C contra a poluição



Nosso organismo usa as vitaminas para produzir substancias que têm participação vital em muitas das reações químicas de nossas células, reações essenciais ao seu funcionamento adequado.

Uma alimentação adequada deve ser primordial as pessoas que procuram saúde e qualidade de vida, só depois de uma correta alimentação é que se deve combinar os suplementos vitamínicos adequados. O poder de ação de uma vitamina natural, encontrada no alimento fresco, é de 3 a 4 vezes maior que o poder das vitaminas sintéticas.

Mas porque, em alguns casos, é necessário a suplementação?

Por que as vitaminas são facilmente destruídas durante o armazenamento e a preparação dos alimentos, assim como no caso da Vitamina C, são empobrecidas por diversos outros fatores como a fadiga, o stress, o fumo, os antibióticos, a aspirina, a radioterapia e quimioterapia, etc.

Vitamina C pode diminuir os efeitos da poluição

Os benefícios da vitamina C são inúmeros e muitos conhecidos pela maioria da população, a novidade é que esta vitamina pode diminuir os efeitos da poluição, segundo estudos recentes realizados em pacientes com asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) do hospital de Londres.

"Este estudo acrescenta um pequeno, mas crescente número de evidências de que os efeitos da poluição do ar pode ser modificado por antioxidantes", disse Michael Brauer, cientista de saúde ambiental da Universidade de British Columbia, no Canadá.

Um estudo publicado na edição de julho 2012 da revista Epidemiology explica que os antioxidantes, como a vitamina C, pode proteger o corpo de moléculas nocivas chamadas radicais livres que danificam as células. Os radicais livres podem se formar quando a poluição  entra nos pulmões, e as evidências sugerem que podem influenciar na doença cardíaca, câncer e até mesmo em doenças respiratórias. Os antioxidantes podem se ligar aos radicais livres, combatendo-os antes dos danos celulares.

Outros benefícios
A Vitamina C é excelente para combater o cansaço, problemas circulatórios, atua no fortalecimento do sistema imunológico e aumenta a absorção do ferro pelo intestino.

Por afinarem o sangue, a Vitamina C evita o aparecimento das micros fissuras, assim a gordura tende a não acumular nas paredes das artérias, evitando o colesterol.

É muito indicado no tratamento com antibióticos e hemodiálise dos pacientes de insuficiência renal.


Frutas cítricas e vegetais verde-escuros, como brócolis e espinafre são boas fontes de vitamina C.

A suplementação sempre deve ser feita sob orientação terapêutica ou médica.

A tabela a seguir , retirado de http://planetadobem.blogspot.com.br/2009/08/os-alimentos-mais-ricos-em-vitamina-c.html é aproximada.O montante é dado em miligramas por 100 gramas de frutas ou vegetais.

Ameixa 3100 mg                                              Couve-flor 40 mg           Batata 20 mg
Acerola 1600 mg                                             Limão 50 mg (suco)        Tomate 10 mg
Groselha 445 mg                                             Melão 40 mg                     Abacaxi 10 mg
Goiaba 100 mg                                                Alho 31 mg                         Uva 10 mg
Kiwis 90 mg                                                    Framboesa 30 mg           Melancia 10 mg
Broccolis 90 mg                                               Tangerina 30 mg              Banana 9 mg
Couves de Bruxelas 80 mg                               Maracujá 30 mg               Cenoura 9 mg
Caqui 60 mg                                                     Espinafre 30 mg               Abacate 8 mg
Mamão 60 mg                                                  Repolho verde 30 mg        Caqui - 7 mg
Laranja 50 mg                                                   Manga 28 mg                    Maçã 6 mg

ATENÇÃO: A laranja quando se mistura ao ácido clorídrico do estomago, fica muito ácida prejudicando o metabolismo, o fígado e o pâncreas.