quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Síndrome metabólica e suco de mirtilo

Os mirtilos, também conhecidos como amoras silvestres, ou blueberries, já foram catalogados como "super frutas extremas", tamanho é o seu potencial para melhorar a saúde humana.
Embora não se saiba exatamente o que nos mirtilos tem efeitos tão poderosos, essas frutas são uma fonte rica de fitoquímicos chamados polifenóis, que têm sido relacionados com uma ampla gama de benefícios protetores para a saúde.
Agora, um novo estudo realizado em cobaias mostrou que esses pequenos frutos silvestres podem atuar também nos casos de pessoas com problemas graves de saúde.
Uma equipe da Universidade do Maine (EUA) mostrou que a ingestão de suco de mirtilo é um poderoso aliado contra a síndrome metabólica, o que inclui doenças cardiovasculares e o diabetes.
"A síndrome metabólica é um grupo de fatores de risco caracterizada por obesidade, hipertensão, inflamação, dislipidemia, intolerância à glicose, resistência à insulina e disfunção endotelial," explica a Dra. Dorothy Klimis-Zacas, coordenadora do estudo.
O consumo de suco mirtilo em uma quantidade equivalente para um ser humano a 2 copos por dia por 8 semanas regulou e melhorou o equilíbrio entre os fatores de constrição e relaxamento na parede vascular, melhorando o fluxo sanguíneo e a regulação da pressão arterial em modelos animais obesos com síndrome metabólica.
Muitas substâncias encontradas em alimentos têm o potencial de prevenir a síndrome metabólica, reduzindo assim a necessidade de medicação e intervenção médica.
"Nossas descobertas mostram que esses benefícios se estendem às cobaias obesas, um modelo amplamente utilizado por sua semelhança com a síndrome metabólica humana," disse a pesquisadora.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Festas de Final de Ano = Stress, ansiedade ou felicidade?

Final de ano é um corre- corre, tem comemoração com os amigos, festa da empresa, da empresa do companheiro, apresentação dos filhos, a chegada dos parentes de fora, comprar os presentes, pensar nas alternativas de lazer para a criançada, no cardápio para as festividades, além da decoração, do modelito, no orçamento a ser gasto com tudo isto, na viagem de férias, na dieta para emagrecer.... Ahhhh!!!! Só de pensar eu já estou estressada.

Sem falar nas pessoas que se sentem solitárias, angustiadas, estressadas, ansiosas e tristes. Muito por ser esta época um símbolo de felicidade e alegria, e muitas não se sentirem assim. Motivos são variados: cobrança excessiva e o sentimento de fracasso após não cumprir as metas, relacionamentos desfeitos ou entes queridos que se foram, uma série de fatores que fazem muitas pessoas sofrerem com as festas.

Algumas dicas são válidas para driblar os desafios de final de ano, independente de como se sinta em relação as festas.

Procure apoio emocional- Compartilhe, converse com sua família, planeje algum tempo com os amigos. Se tiver se sentindo isolado, procure atividades que possa fazer com outras pessoas, como um trabalho voluntário, ou grupos comunitários ou religiosos. Analisar o porquê deste sentimento e buscar entender e transformá-lo é importante. A psicoterapia, ou terapia natural pode te ajudar nesta mudança.

Separe um tempo para ficar sozinho.  Com a correria, esquecemos de nós mesmos. Quinze minutos sozinhos pode ajudar a manter o ritmo e afastar o estresse. Aproveite o horário de verão e vá dar uma volta pelo bairro, uma dose diária de luz solar pode melhorar drasticamente o seu humor, a meditação também é uma ótima opção para controlar a ansiedade, tristeza e estresse.

Otimize seu tempo e aprenda a delegar. Não dá para fazer tudo sozinho, então aprenda a priorizar tarefas e delegar funções. Sua família e amigos podem até gostar de serem incluídos.

Presente de Natal não é sinônimo de amor. Todo mundo gosta de ganhar presente, mas isto não quer dizer que se você não der ou não ganhar muitos presentes neste Natal você não é querido por sua família, ou vão te culpar por alguma falta. Lembre-se que é o sentimento que conta, então se está sentindo mal ou incomodado com esta época do ano, é uma boa hora para se fazer presente na vida das pessoas que realmente considera boas para você, a aproximação e doação , nem que seja em uma telefonema agradecendo a amizade, já te fará muito bem e plantará sementes para um novo você..

Coloque tudo em perspectiva. Pense sobre o que o feriado realmente significa para você: tempo junto com sua família, observância religiosa, a reflexão sobre a sua vida e objetivos futuros, tempo de novas oportunidades e aprendizagem.

De olha na dieta...
Comer uma dieta equilibrada pode ajudar a assegurar as suas necessidades de vitaminas e minerais diárias, e como consequência, conseguir manter o ritmo e bom humor.

Importante:

Não pule nenhuma refeição;

Beba água – não só a fome pode ser confundida com sede, mas também o cansaço;

Coma mais grãos integrais e menos açúcar, mantendo o açúcar no sangue equilibrado e a energia constante, além de ajudar no humor;

Se estiver de mau humor, evite o café pois a cafeína suprime a serotonima

Para nos ajudar neste momento, vou escolher o óleo essencial de Bergamota (Citrus bergamia)que pode  ajudar nos momentos de estresse, já que relaxa e acalma a mente e o coração ansioso, auxilia no entendimento das emoções e conflitos internos, além de trazer a alegria e cumplicidade dos óleos cítricos.  
Pingue uma gota no travesseiro antes de dormir, se estiver com problemas no sono, ou pingue uma gota em um lenço ou aromatizador pessoal e sinta a sua fragrância no sei dia e terá o companheiro ideal para passar pelo período de festas numa boa.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Estilo de vida, hábitos e até as finanças podem alterar DNA

A ciência evolui a cada dia. Todos os dias paradigmas mudam e o novo é adicionado. O DNA é uma destas matérias onde antes era visto como uma “sentença de morte”, onde os nossos genes eram o nosso destino, mas para a alegria e alívio de muitos, isto não é mais totalmente verdade.


A Epigenética é um campo relativamente novo na ciência. A investigação só começou em meados dos anos noventa, mas só foi realmente alardeado na comunidade científica na última década. Apesar de precoce, a epigenética já está oferecendo explicações de como a nosso estilo de vida, alimentação, exposição a toxinas, níveis de estresse, e até momentos traumáticos podem, sutilmente, alterar a herança genétia que passamos aos nossos filhos e netos, além de abrir novos caminhos para explicar – e curar- doenças que os genes sozinhos não podem explicar, variando desde o autismo ao câncer.

Só nos últimos anos as pesquisas revelaram mais detalhes da vasta gama de mecanismos moleculares que afetam a atividade dos genes. E que o seu próprio DNA não pode ser um programa estático, predeterminado, mas em vez disso pode ser modificada por esses marcadores biológicos.
Cientistas do Centro Médico Helmholtz (Alemanha) identificaram  28 alterações no DNA associadas a características metabólicas.
Este é o primeiro estudo de larga escala associando o  epigenoma  com metabólitos e genes modificados pelo estilo de vida.
O grupo analisou mais de 457 mil locais no DNA em busca de alterações bioquímicas, e comparou-as com as concentrações de 649 metabólitos diferentes.
A análise revelou que a metilação de 28 segmentos de DNA altera uma série de processos metabólicos importantes.
"Este estudo nos dá novas informações sobre como os fatores de estilo de vida podem influenciar o metabolismo através das alterações resultantes no DNA", afirmam Melanie Waldenberger e Christian Gieger.
"Agora podemos usar estes resultados para desenvolver novas abordagens diagnósticas e terapêuticas para doenças relacionadas com o estilo de vida, tais como o diabetes," concluíram.
Fonte:

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Projeto Emagrecer em 3 Passos

Com as festas a caminho e o verão chegando, aqueles quilinhos a mais começam a incomodar. Como quase toda mulher, quero emagrecer uns quilinhos para poder fazer bonito neste verão, além de poder comer a vontade nas festas, sem peso na consciência.

Além das festas de final de ano, ainda tenho um casamento e umas férias em um resort a caminho, ou seja, já estou atrasada com o projeto Emagrecer.

Primeiro Passo: Alimentação
Não tem como falar em emagrecimento sem mudar ou ajustar a alimentação. Uma alimentação saudável, além de ajudar na balança ainda faz bem a saúde.
Já me alimento bem normalmente, mas as “tentações” são grandes e adoro comer, então uma fugidinha do cardápio saudável, acontece.

Como meu objetivo principal é desintoxicar, desinchar e fortalecer meu sistema imunológico para poder aproveitar as férias e festas numa boa sem me sentir estufada e ficar doente, vou reduzir a ingestão de glúten e açúcar.

Para ajudar na digestão, metade do prato deve ser de alimentos crus, pois eles possuem enzimas que ajudam neste processo.

O prato deve ser colorido e diversificado, cheio de legumes, verduras e cereais integrais, abandone frituras para sempre.

Complementos naturais são sempre bem vindos, abuse da Linhaça, Quinoa, Chia... além de fornecer mais fibras a alimentação, ainda ajudam no processo de saciedade, nos fazendo querer comer menos.

E claro, coma com calma e mastigue bastante antes de engolir.

Desintoxicação:
Peça ajuda dos óleos essenciais, o Grapefruit (Citrus grandis), o Junípero (Juniperus communis) e o Funcho (Foeniculum vulgare var. Dulce) podem ajudar. Utilize diluídos em cremes especiais para aromaterapia ou em óleos vegetais para massagem.

Vontade de comer
Se a vontade é de comer doce, verifique se não está com falta de Cromo. Para o equilíbrio, utilize o frequencial quântico SEGURIUM da Fisioquantic.
O óleo essencial de Bergamota (Citrus bergamia) também pode ajudar a segurar a ansiedade em comer.


Segundo Passo: Exercício Físico

Como eu já comentei algumas vezes, eu adoro nadar. Porém aqui em Vitória é muito difícil achar piscina grande, aquecida e coberta (pois por mais amor que eu tenha a causa, não suporto água fria). Quando está quente, nado no mar. Nado de 2 a 3 vezes por semana, mas o clima tem que ajudar.

Como moro perto da orla, estou decidida a começar a correr. Meu marido já corre, então ele está me assessorando, mas recomendo começar com um personal trainer. Estou achando dificílimo, ando mais do que corro, mas a barriga seca a cada galope que dou, então vale a pena o esforço. (Conclusão empírica,consulte um profissional especializado para saber dos reais efeitos da corrida).

O mais importante é achar algo que goste e que possa fazer com prazer, pois exercício físico é para ser feito a vida inteira e não só para apoio ao emagrecimento. Fazer exercício libera hormônios pelo nosso organismo que nos faz sentir mais feliz, com menos vontade de comer carboidratos, ajuda a controlar a ansiedade, previne doenças, etc....

Começou a se exercitar e sentiu dor muscular?
Esta eu vou colar da BYSAMIA, que eu tanto amo, e passo a receitinha dela para vocês.
Óleos Essenciais Indicados
Óleo essencial de Alecrim;
Óleo essencial de Cipreste;
Óleo essencial de Camomila;
Óleo essencial de Lavanda;
Óleo essencial de Manjerona;
Óleo Vegetal de Copaíba;
Óleo Vegetal de Andiroba.
Realizar massagens locais diárias, após o treino,
Esta sinergia também é indicada para o relaxamento, pois os óleos de Lavanda, Manjerona e Camomila, possuem propriedades calmantes.

Terceiro Passo: Cuidar das emoções
Quando queremos cuidar da gente, o lado emocional deve sempre ser levado em consideração. O STRESS pode afetar o sono, trazer ansiedade, vontade de comer mais, tristeza, baixa no sistema imunológico, etc.

Para conseguir aquele corpo que tanto corremos atrás, temos que estar dormindo bem, comendo bem e nos sentindo felizes. Já conheceu algum deprimido que tenha força de vontade de fazer uma dieta?

A ansiedade normalmente nos faz querer comer mais do que gostaríamos e, com frequência, alimentos nada saudáveis. Um distúrbio no sono pode sabotar o seu projeto de emagrecer, pois precisamos do sono para que o corpo funcione bem.

Além do mais não adianta estar linda e você não se sentir linda.

O óleo essencial de Camomila Romana (Anthemis noblis) é uma boa pedida para ajudar a acalmar, tanto a mente como o corpo.

Prontos para começar?

Boa sorte e bom verão!

Obs: procure sempre ajuda de um profissional especializado.

Todo tratamento natural é complementar, não substituindo o tratamento com o seu médico.

domingo, 13 de outubro de 2013

Medicina Integrativa


A Medicina Integrativa é a utilização de métodos convencionais da medicina juntamente com tratamentos complementares, como a aromaterapia, os florais de Bach, a acupuntura, a fitoterapia, a PNL, entre outros.

O ganho nesta união é a inclusão do lado emocional e psíquico no tratamento, além do enfoque na prevenção e equilíbrio da pessoa. Aliado a este lado chamado terapêutico, a modernidade e eficiência da medicina atual.

Mundo afora, esta nova modalidade é frequente em hospitais públicos e particulares. Nos Estados Unidos, o próprio governo estimula a pesquisa e a adesão a essas práticas com o Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa (NCCAM- sigla em inglês), cujo orçamento supera US$ 120 milhões.  Assim como nos Estados Unidos, a Inglaterra também utiliza este conceito em hospitais e centros médicos, assim como a inclusão de matérias específicas em faculdades renomadas do país.

Enquanto nos EUA 42% dos hospitais oferecem terapias complementares, segundo levantamento do Instituto Samueli de 2010, e de ser muito comum a utilização de aromaterapia em salas de trabalho de parto, para acalmar e amenizar a dor, ou mesmo para a esterilização do ambiente, assim como a acupuntura em estados de dor aguda, ou florais de Bach em tensões nervosas e problemas psiquiátricos, aqui no Brasil ainda estamos caminhando para chegar a estes números.

Algumas destas terapias naturais ou complementares, já estão disponíveis em postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde, O SUS. A maior representatividade está no mundialmente respeitado Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde técnicas já são oferecidas a seus pacientes e uma nova visão já foi implementada.

Segue trecho da revista Galileu de fevereiro de 2013 sobre o assunto:
“Aos poucos, a medicina integrativa ganha evidências científicas e vence a resistência de profissionais mais ortodoxos. “Ela propõe um resgate das práticas mais antigas sem negar os avanços da medicina convencional”, define o médico Paulo de Tarso Lima, coordenador do Grupo de Medicina Integrativa do Hospital Israelita Albert Einstein. Esse modelo tem raízes na concepção milenar de saúde dos orientais. “Entendemos que o processo de cura não depende de um procedimento, mas da reação do organismo. As terapias são ferramentas para que se restabeleça o equilíbrio e o paciente se recupere”, explica Lima. Daí porque se prefere o termo “integrativo” a “alternativo”: a proposta não é trocar um tratamento por outro, mas analisar qual deles ou que combinação teria melhor resultado, sem perder de vista a necessidade de oferecer conforto num momento penoso. “Se pensarmos em alguém com câncer, não podemos tratar apenas o tumor. É preciso considerar outras demandas desse paciente, como questões emocionais, espirituais e familiares. Nesse contexto, terapias complementares ajudam a minimizar a dor, a ansiedade ou depressão e até efeitos colaterais dos tratamentos convencionais”, diz Plínio Cutait, responsável pelo serviço de cuidados integrativos do Hospital Sírio-Libanês, que lança mão de reiki, acupuntura, meditação e outras técnicas.”

Editora Globo
retirado Revista Galileu, p. 42, ed 259, fevereiro 2013.
Ilustrações: Samuel Rodrigues (Clique para ampliar)


A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) também mantém estudos sobre as terapias complementares e a saúde física e emocional, com resultados promissores.

A individualidade do paciente ou cliente, no caso dos terapeutas, é importante nesta nova visão da saúde e a integração é essencial para um resultado completo e significativo.



Referencias e sites de interesse:





quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E lembre-se: EU sou VOCÊ


Já teve aquela sensação de que conhece uma pessoa há anos, minutos depois de conhecê-la?

Eu acredito em energias semelhantes que se reconhecem e se reconfortam, entrando em uma mesma sintonia. Mais que isto, acredito que energias semelhantes se atraem. Conhece aquele velho ditado em que se diz “diga-me com quem andas que te direi quem és”? (Será??) Na dúvida, cuidado caso não esteja satisfeito com os seus “pares” na vida.  

Porém, a boa nova é que energia se renova, muda, basta se cuidar.

Filosofia a parte, trago um estudo cientifico em que mostra que o nosso cérebro sente empatia por nossos entes queridos (amigos, família,...) a ponto de confundir como parte de nós mesmos.

“E desde então, sou porque tu és
 E desde então és
 sou e somos...
 E por amor
 Serei... Serás...Seremos...”
(Pablo Neruda)



Usando neuroimagens, cientistas descobriram que nosso cérebro usa os mesmos "canais" quando pensamos em nós mesmos e quando pensamos em pessoas que nos são caras, como cônjuges, companheiros e amigos.
"Com a familiaridade, outras pessoas se tornam parte de nós mesmos," diz James Coan da Universidade da Virgínia.
"Nosso self inclui as pessoas de quem nos sentimos próximos. Em outras palavras, a nossa autoidentidade é amplamente baseada em quem conhecemos e com quem simpatizamos," completou.
Você e eu somos um
Coan e seus colegas submeteram voluntários a exames de ressonância magnética de seus cérebros durante experimentos nos quais havia a ameaça de receber choques elétricos leves - os choques podiam ser dirigidos ao próprio voluntário, a um amigo ou a um estranho.
Como esperado, quando o risco de choque é para si mesmo, as regiões do cérebro responsáveis pela resposta à ameaça - a ínsula anterior, putâmen e giro supramarginal - tornaram-se ativas.
Quando a ameaça de choque era feita a um estranho, essas regiões do cérebro apresentaram pouca atividade.
Contudo, quando a ameaça de choque é feita a um amigo, a empatia entra em ação: a atividade cerebral dos participantes mostrou-se essencialmente idêntica à atividade apresentada quando a ameaça era a eles próprios.
"A correlação entre o self e o amigo foi incrivelmente semelhante," disse Coan. "Os resultados mostram a notável capacidade do cérebro de modelar o self aos outros; que as pessoas próximas de nós tornam-se uma parte de nós mesmos; e que isto não é apenas metáfora ou poesia, é algo muito real.
"Literalmente, estamos sob ameaça quando um amigo está sob ameaça. Mas não é assim quando um estranho está sob ameaça," concluiu o pesquisador.
Para sentir a dor dos estranhos, parece então que a empatia não é suficiente, talvez devendo entrar em ação um sentimento mais poderoso: a compaixão


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Restrição a Lactose melhora a Síndrome do Intestino Irritável

As reações adversas dos alimentos são conhecidas de muitos, desde um simples inchaço a cólicas fortes e náuseas. Uma alimentação diversificada e saudável e exercícios físicos podem ajudar na conquista de uma boa digestão, porém muitas vezes o sintoma apresentado tem causa psicossomática, ou seja, é o reflexo no organismo de perturbações emocionais como a ansiedade, o estresse, a irritabilidade, tristezas, entre outros.

Uma destas doenças com este tipo de causa é a Síndrome do Intestino Irritável (SII). Alguns dos sintomas característicos são cólicas que passam e voltam, inchaço, gases e  crises alternadas de diarreia e prisão de ventre.

O diagnóstico da síndrome leva em conta os sintomas detectados e é feito por exclusão, sendo muito importante diferenciar a síndrome do intestino irritável de uma doença orgânica, que exige cuidados médicos específicos.

Recente pesquisa realizada pela  Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostra que a exclusão de lactose causa melhora em pacientes com a Síndrome de Intestino Irritável. Segundo a nutricionista Marília Pinheiro César, responsável por este estudo, o objetivo principal era "avaliar se a dieta com restrição de lactose gera melhora dos sintomas em todos os pacientes com SII ou somente naqueles que possuem má digestão de lactose diagnosticada".

Os pacientes estudados foram separados em dois grupos:: aqueles com apenas a SII e os que apresentavam, além da SII, uma má digestão de lactose diagnosticada. Em todos os 81 pacientes foi realizado o exame para diagnosticar a má digestão de lactose. Após esse processo, foi aplicada uma dieta com restrição de lactose em todos os envolvidos na pesquisa. A partir disso, foi avaliado se havia alguma melhora com a inserção da dieta.

O acompanhamento médico dos pacientes foi capaz de comprovar que ambos os grupos com SII, tanto os com má-digestão de lactose e os que digeriam a lactose obtiveram algum tipo de melhora com a dieta de restrição de lactose.

Segundo o médico Flavio Steinwurz 70% da população acima dos 60 anos já desenvolveram certo nível de intolerância à lactose.

Além de uma dieta restritiva a lactose, uma alimentação rica em fibras e evitar alimentos com excesso de açúcar e conservantes, o lado emocional deve ser cuidado.

É importante  identificar o sentimento que gerou tais sintomas físicos e trabalhá-los com um terapeuta de sua confiança.

Ajuda das terapias Naturais

Aromaterapia
Óleo essencial de Lavanda (Lavandula officinalis)- acalma, relaxa e tranquiliza. Cria uma atmosfera segura. Excelente para aliviar insônia, tensão, cansaço ou depressão. Considerado o “coringa” da aromaterapia  e um dos poucos que pode ser utilizado diretamente na pele.

Terapia Ortomolecular (Saúde Quântica)
 Azianon: Harmonizador do trato digestório e do equilíbrio do ph. Auxilia no desbloqueio dos processos de eliminação de toxinas.
Calmallis: Relaxante do  sistema nervoso, Sedativo, ajuda nas crises emocionais, ansiedade


Obs: procure sempre um terapeuta ou profissional especializado.
Toda terapia natural tem caráter integrativo a outras práticas, consulte sempre o seu médico.


Mais sobre:
Marilia Pinheiro César iniciou sua pesquisa em 2010, pensando em "melhorar a qualidade de vida e o tratamento dietoterápico aplicado aos pacientes com SII". O período de recrutamento de pacientes foi de maio de 2010 até junho de 2011 e, após análise de resultados, a dissertação de mestrado Efeito da dieta com restrição de lactose em pacientes com síndrome do intestino irritável foi defendida em abril de 2013. A pesquisa contou com a orientação de Adérson Omar Mourão Cintra Damião.

Fonte:  www.uol.com.br/saude